
Eu sou...qualquer pessoa. Poderia estar em qualquer lugar. Passaria despercebida de mim. Mas quando chegamos ao fundo das coisas vemos que sou somente eu mesma, neste lugar ao léu onde sempre estive.
Um grande nada.
Poderia ser Luna Navarro. Pietra D'Antello. Qualquer nome teria as dores que eu carrego e me arrastaria na direção desse coração selvagem, esse coração ignorante que insiste em viver em preto e branco...









